
A preparação da sobremesa foi feita em oração e comunhão familiar, unidos pela mesma receita e pela mesma fé. Partilhamos alguns dos testemunhos que as famílias nos fizeram chegar como incentivo de vivência para o caminho a fazer.
“O encontro da família faz-se na partilha diária do bom e do menos bom”
“Que esta corrente continue, pois com este pequeno gesto (enriquecedor a nível pessoal, familiar, social e espiritual) contribuímos para dar conforto àqueles que, de uma forma ou outra, estão a passar necessidades e necessitam de uma ajuda amiga e sincera”
“A partilha é essencial principalmente para todos os que necessitam e têm a coragem de o reconhecer. Este é o ensinamento que Deus transmitiu.”
“A Oração, a preparação da sobremesa e a reflexão que nos foi proposta foi, sem dúvida, um momento de paragem, vivido em família e com grande amor pelo próximo. Desejamos que a dedicação, o carinho e o amor, ingredientes que adicionamos na confeção do bolo, cheguem aqueles que mais precisam e aqueçam os seus corações. Continuamos a ter que crescer no amor ao outro, conscientes que momentos como estes serão o caminho para o conseguirmos.”
“(…) na verdade conseguimos estar os 4 envolvidos na mesma tarefa, sem televisão, ipad, telefone, trabalho, birras. (…)Então fizemos um compromisso de não olharmos para o lado quando passamos por aqueles que nos são indiferentes e pelo menos vamos dar um sorriso sincero para que sintam que estamos com eles.”
“Um exemplo simples, deparo-me com um arrumador num estacionamento. O primeiro reflexo é evitá-lo, nem que para tal vá deixar o carro ainda mais longe propositadamente. Nada de contato social ou de dar-lhe a almejada moeda. Passo indiferente a este senhor, a esta pessoa. Nada sei sobre ele e mantenho-me na minha bolha pessoal e higiénica.(…)Porém, tenho a experiência de quando decido agir de forma diferente com o arrumador. (…) Pergunto-lhe o nome. Eventualmente quantos anos tem. A pergunta direta, mas com ternura, porque é que anda ali a arrumar carros (…) Escuto e no final estendo-lhe a mão (…)Um simples gesto de gratuidade fez-me/ faz-nos crescer em amor. (…) no meu íntimo senti que o tratei com respeito, de igual para igual, como pessoa que é. Abri-me e cresci um nadinha mais em amor ao próximo. “
“Um momento de amor em família com Jesus no meio”
Na nossa diferença permanecemos unidos no amor de Deus.
A Pastoral Familiar
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