A ALEGRIA DO ENCONTRO COM JESUS CRISTO

Sentir Jesus vivo connosco, como vento que alimenta a nossa viagem pelo mar da Fé.

Perceber, “por experiência própria, que não é a mesma coisa ter conhecido Jesus ou não o conhecer; não é a mesma coisa poder escutá-Lo ou ignorar a Sua Palavra; não é a mesma coisa poder contemplá-Lo, adorá-Lo, descansar n’Ele ou não o poder fazer”. (Papa Francisco)

E depois, como aquele que não deixa jamais de ser discípulo, contagiar e entusiasmar os catequizandos com a novidade do Evangelho, conduzindo-os à comunhão e intimidade com Jesus Cristo e com a comunidade cristã.

É este o compromisso que nós, na catequese, queremos viver com perseverança e alegria.

 

 

 

 

Festa da Família – 18 de junho 2018

 

E eis que, no corrupio do nosso dia-a-dia, mais um ano se passou e chegamos ao dia da Festa da Família que já vai sendo tradição na nossa Paróquia.

O Parque da Cidade encheu-se de cor e alegria durante todo o dia. Que bom é sentirmos que por um bocadinho o tempo parou e podemos tranquilamente disfrutar de um sorriso, de uma conversa, de uma brincadeira ou até mesmo de uma iguaria gastronómica, com pessoas que não temos oportunidade de privar com a frequência que desejaríamos. Ali sentimos como é bom ser Família, sentimos que a nossa alma ficou um bocadinho mais cheia.

Foi um dia rico em momentos bem passados, desde a celebração da Eucaristia, às 11h e 30 m, passando pelo almoço partilhado, as brincadeiras para crianças e adultos com jogos tradicionais entre outros. Este ano tivemos o lançamento de papagaios de papel. Difícil… ou pela construção do papagaio, ou pela falta de condições meteorológicas propícias, ou até mesmo, digo eu… falta de prática… Sim, todos queríamos que voassem, mas o importante era mesmo o significado dos papagaios. A construção dos papagaios de papel fazia parte da dinâmica Pascal. Esta consistiu na construção de uma “cruz escada”, onde cada degrau correspondia a uma semana do tempo Pascal e que nos fazia refletir sobre pontos fulcrais que nos limitam chegar ao Amor, ao Amor Verdadeiro. Um caminho nem sempre fácil, mas que, com a ajuda de todos, fomos convidados a abraçar, para chegarmos a uma Vida Nova. Aí sim, aparece o Resplendor, como símbolo da Ressurreição. Por isso surgem os papagaios como o Resplendor da nossa “cruz escada” que leva toda a nossa esperança e votos de mudança num caminho difícil, mas o único que nos leva à felicidade. Tal como o amor nos faz agir, também os papagaios voam para chegar mais longe, para chegar a mais um.

Como é bom sermos Família e podermos celebrar!

 

 

Diário do acampamento do 7ºano –junho 2018

 

Nesta última semana,  nós,  eu e grupo do 7ºano, estivemos no acampamento da catequese, onde também estavam presentes o senhor padre, uma catequista e 4 monitores do 10ºano. Estávamos numa casa no meio da montanha. A casa tinha quartos com várias camas, casas de banho, uma cozinha e um balcão. No exterior tinha muito espaço verde, com várias fontes e árvores. Do outro lado da rua, em frente à casa, havia uma enorme piscina rodeada por uma vedação.

No 1º dia, o senhor padre disse-nos que antes de comer tínhamos de fazer todos uma oração e só depois de estarmos todos servidos é que podíamos começar a comer. Depois do almoço fomos fazer uma caminhada, para sentirmos os diversos aromas e perfumes escondidos na natureza. Mas, a meio do caminho, o senhor padre começou a atirar os nossos chapéus para o rio! No início, não gostámos muito da ideia e, por isso, quase ninguém foi buscar os chapéus. À vinda embora, estávamos todos cheios de calor e o senhor padre volta a fazer a mesma coisa, mas desta vez houve mais pessoas a irem ao rio. Foi uma caminhada muito bonita e, no  final, como o senhor padre disse,  era por isso que Deus estava no meio de nós. Aqui conseguimos  sentir o perfume de Deus, um perfume discreto e simples.

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No 2º dia estivemos deitados no chão a ouvir os sons que nos rodeavam, até que os nossos monitores mandaram-nos tintas. Estávamos cobertos de tinta e, ao tirá-la, molhámo-nos todos! Então tivemos de nos mudar de roupa, ou ainda ficávamos doentes. Voltámos a ouvir os sons e no final o senhor padre atirou com um garrafão de água a alguns de nós.

MONITORES + P.ARTUR

 

Chegou o 3º dia e tivemos de acordar mais cedo para ir ao topo de S. Macário. Foi uma caminhada de 6km, 3 para lá e 3 para cá. Quando chegámos ao topo encostámo-nos aos muros que cercavam uma capela e, enquanto descansávamos, comemos qualquer coisa. Durante a tarde estivemos a preparar uma missa para os nossos pais e ainda fizemos um cartaz sobre o acampamento.

Durante estes dias aprendemos a viver numa realidade diferente. Podemos dizer que vivemos “ desconectados” do exterior, sem telemóveis, tablets e televisões e quase sem rede e… sentimo-nos muito bem.

Maria, 7ºano

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