No dia 26 de dezembro, partimos em peregrinação a Santiago de Compostela.

Foram 6 etapas duras, com muitas dores físicas e mentais que vieram à tona. Deu para rir bastante uns com os outros, deu para cantarmos todos juntos, deu para cair, deu para deitar cá para fora o que estava preso cá dentro e, sobretudo, deu para nos unirmos mais e olharmos para o mundo com outros olhos. Olhos que observam e reparam no outro, o que nos faz  desprendermo-nos de nós mesmos. O companheirismo, a entreajuda de todos, a oração, a contemplação da natureza que nos rodeava, a união com Deus ali…foi tudo o impulso da nossa peregrinação. Como uma onda de energia e força que nos levava a todos para a frente.

É verdade, saímos de Espinho indivíduos, viemos como pessoas. Não voltamos iguais. Viemos mais fortes e com um senso maior sobre o que nos rodeia e sobre nós mesmos. Foi com certeza uma grande e forte aprendizagem, que agora nos dá um novo impulso para a vida…

Inês Melo 

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