Depois da morte de certo califa encontrou-se um pequeno texto escrito com a sua própria letra, que dizia assim : “governei durante muitos anos, experimentei todos os prazeres que o mortal pode desejar, fui levado admirado até ao mais alto, que um homem pode ser. Mas só durante 14 dias gozei da verdadeira felicidade.”

 É  que a felicidade está dentro de nós, no entanto há pequenas coisas exteriores que nos proporciona momentos de uma pequena ou grande felicidade. Tudo depende de cada um de nós.

Foi que se pôde observar em tantos rostos quando a nossa igreja se libertou  de tudo o que a tornou diferente durante quase dois anos.  Claro que a grande maioria compreendeu tudo a que fomos obrigados durante todo este tempo. Mas diziam que era muito triste, mesmo sabendo que o exigido era para nosso bem. Tanto regozijo e admiração  se ouviram pela liberdade de circular dentro da nossa igreja ter voltado.

Dizia alguém: “ já posso olhar mais de perto para Nossa Senhora, quando estou mais perto consigo ver se ela está triste ou a sorrir. “ Foi um  sentimento de liberdade o poder ajoelhar, sentar no  lugar preferido ou passar em frente do santo da devoção de cada um, colocar as velinhas por suas próprias mãos.  Rostos felizes ao ouvirem as palavras: “ Entrem, estejam à vontade”.  Rostos de gratidão quando, ao sair, diziam sempre “muito obrigada! E vamos rezar para que não volte a fechar.”

Alice Coelho

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