No início do plenário do conselho pastoral, o padre Artur comentou a resiliência da paróquia enaltecendo o trabalho de todos, afirmando que vê a comunidade a andar, no sentido de ter respondido ao grande desafio, acordado por todos no plenário de outubro: passar de uma pastoral de manutenção para uma pastoral de missão, com maior inter-ajuda dos grupos paroquiais. As intervenções dos representantes dos grupos confirmaram esse trabalho colaborativo, ao partilharem diferentes experiências. Sobressaiu deste encontro que aqueles grupos que mais se abriram à criatividade, à interação e mais procuraram dialogar com a restante comunidade, extra-paroquial, cresceram mais e cresceram em vitalidade.

O encontro finalizou com as palavras do nosso pároco: “Onde há mais vida é onde há mais colaboração. Os grupos têm de se abrir para passar de uma igreja voltada para dentro, de manutenção, para uma igreja que se volta para fora, uma igreja em missão. Não podemos ser ilhas e temos de ser criativos. Uma necessidade é um ministério  a ser criado, para que tudo seja um serviço e não uma dificuldade ou um custo.” Partilhou ainda a sua dor por alguns dos colaboradores mais idosos da paróquia terem confundido o protegê-los com o relegá-los, foi um amor maior que ditou o serem preservados neste tempo pandémico. Não foi uma opção da paróquia, foi a obediência a umas das diretivas para enfrentar a dolorosa e perigosa situação. Continuamos a contar com todos da forma que melhor consigam, sabendo que a oração é uma forma muito especial de comunhão.

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